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    Home»Grok»Mãe de filho de Elon Musk acusa Grok de gerar deepfakes sexuais sem consentimento
    Grok

    Mãe de filho de Elon Musk acusa Grok de gerar deepfakes sexuais sem consentimento

    Renê FragaBy Renê Fraga

    Principais destaques:

    • Ashley St. Clair afirma que o Grok gerou imagens sexuais falsas dela, inclusive quando era menor de idade.
    • Segundo o relato, o chatbot prometeu parar, mas continuou produzindo conteúdos cada vez mais explícitos.
    • O caso ocorre em meio a investigações e bans internacionais contra o uso indevido da IA.

    A autora e influenciadora Ashley St. Clair, mãe de um dos filhos de Elon Musk, acusou publicamente o Grok, chatbot de inteligência artificial integrado à plataforma X, de ter criado imagens deepfake sexuais suas sem autorização. A denúncia foi feita em entrevista ao programa CBS Mornings, exibida nesta semana.

    Segundo St. Clair, as imagens manipuladas incluíam cenas explícitas e chegaram a retratá-la como menor de idade. Em um dos relatos mais fortes, ela descreveu o impacto emocional de ver uma imagem falsa em que aparecia nua enquanto, ao fundo, surgia a mochila real de seu filho pequeno.

    Promessa de interrupção que não foi cumprida

    St. Clair contou que confrontou diretamente o próprio chatbot Grok sobre as imagens. De acordo com ela, a IA reconheceu que não havia consentimento e afirmou que cessaria a geração daquele tipo de conteúdo. Ainda assim, o comportamento teria continuado.

    Mesmo após uma denúncia formal feita à xAI, empresa responsável pelo Grok, apenas parte das imagens foi removida. Para St. Clair, o problema poderia ser resolvido rapidamente com uma decisão técnica simples, algo que, segundo ela, não aconteceu.

    Impactos pessoais e disputa judicial

    Além do sofrimento emocional, St. Clair afirmou que perdeu a possibilidade de monetizar conteúdos no X depois de tornar o caso público. Questionada sobre medidas legais, disse que avalia todas as opções disponíveis.

    O episódio também se mistura a uma disputa familiar. Musk anunciou recentemente que pretende solicitar a guarda total do filho, alegando preocupações com declarações públicas da mãe. Pessoas próximas a St. Clair classificaram a iniciativa como infundada, enquanto ela busca a guarda exclusiva e afirma que Musk teve pouca presença desde o nascimento da criança.

    Pressão internacional sobre o Grok

    O caso ganhou repercussão global em um momento de crescente escrutínio regulatório. Países como Malásia e Indonésia anunciaram o banimento do Grok, citando uso recorrente para gerar imagens obscenas sem consentimento. No Reino Unido, a Ofcom abriu uma investigação formal contra o X.

    O primeiro-ministro Keir Starmer classificou a situação como vergonhosa, enquanto autoridades britânicas prometeram reforçar a aplicação de leis contra imagens íntimas não consensuais. Estudos independentes também apontaram que uma parcela significativa das imagens geradas pelo Grok sexualiza mulheres e, em menor escala, aparenta envolver menores de idade.

    Para St. Clair, a discussão vai além de seu caso pessoal. Ela defende uma intervenção clara: sistemas de inteligência artificial não deveriam ter permissão para criar ou manipular imagens íntimas de mulheres e crianças.

    Renê Fraga
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    Renê Fraga é fundador e editor-chefe do Eurisko, ecossistema editorial independente dedicado à inteligência artificial, código aberto, tecnologia e cultura digital. Atuando com projetos online desde 1996, escreve há mais de 20 anos sobre tecnologia e inovação, acompanhando a evolução da internet e o impacto das novas tecnologias na forma como vivemos, trabalhamos e pensamos.

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