Seu emprego está em risco por causa da IA? Microsoft revela as profissões mais ameaçadas

Renê Fraga
2 min de leitura

A inteligência artificial está avançando rápido, e muitas pessoas se perguntam: “Será que um robô vai tomar o meu lugar?” Para responder a essa pergunta, a Microsoft divulgou um estudo revelador, mostrando quais profissões estão mais e menos ameaçadas pela IA.

Os pesquisadores analisaram mais de 200 mil interações com o Bing Copilot, o assistente de busca da Microsoft que responde diretamente às perguntas dos usuários, sem precisar de links tradicionais.

O resultado? A IA se saiu muito bem em tarefas que normalmente exigem diploma universitário, como tradução, redação e atendimento ao cliente.

Já quando o assunto envolvia trabalho manual, como agricultura ou construção civil, a tecnologia ainda não consegue substituir os humanos.

Top 10 profissões com maior risco de serem impactadas pela IA

  1. Intérpretes e tradutores
  2. Historiadores
  3. Comissários de bordo
  4. Vendedores de serviços
  5. Escritores e redatores
  6. Atendentes de telemarketing
  7. Programadores de máquinas CNC
  8. Operadores de telefonia
  9. Agentes de viagens e bilheteiros
  10. Locutores de rádio e apresentadores

Ou seja, se o seu trabalho envolve linguagem, atendimento ou criatividade, é bom ficar de olho nas novidades da IA!

Top 10 profissões mais “seguras” (por enquanto!)

  1. Operadores de máquinas de corte de madeira
  2. Pilotos de lanchas e barcos
  3. Auxiliares de enfermagem
  4. Lixadores e acabadores de pisos
  5. Operadores de bate-estacas
  6. Técnicos de manutenção de trilhos ferroviários
  7. Moldadores de fundição
  8. Operadores de estações de tratamento de água
  9. Controladores de pontes e eclusas
  10. Operadores de draga

Se o seu emprego exige habilidades manuais, força física ou operação de máquinas complexas, a IA ainda não chegou para você.

Mas calma! A IA não vai substituir tudo… ainda

A Microsoft ressalta que, mesmo nas profissões em risco, nem todas as tarefas podem ser automatizadas. A tecnologia pode ajudar, mas ainda depende do toque humano em muitos aspectos.

Conclusão? Ainda é cedo para saber exatamente como a IA vai transformar o mercado de trabalho, mas uma coisa é certa: algumas carreiras nunca mais serão as mesmas.

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Renê Fraga é fundador e editor-chefe do Eurisko, ecossistema editorial independente dedicado à inteligência artificial, código aberto, tecnologia e cultura digital. Atuando com projetos online desde 1996, escreve há mais de 20 anos sobre tecnologia e inovação, acompanhando a evolução da internet e o impacto das novas tecnologias na forma como vivemos, trabalhamos e pensamos.
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