Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    EuriskoEurisko
    • 🤖 Tech
      • Apple
      • 🔗 Google
      • Microsoft
      • OpenAI
    • ✨​ Inteligência Artificial
      • Anthropic
      • ChatGPT
      • DeepSeek
      • 🔗 Gemini
      • Grok
      • Perplexity
    • 🐧​ Código Aberto
      • 🔗 Android
      • Linux
    • 🧪​ Ciência
      • 🔗 Como funciona?
      • 🔗 Curiosidades
      • 🔗 Invenções
      • 🔗 Ufologia
      • 🔗 Universo
      • 🔗 Saúde
    • 🎓 Learning
      • Agentes de IA
      • Automação
      • Ferramentas
      • Fundamentos
      • Prompts
    • 🖱️​ Ecossistema
      • 🧬 Sobre o Eurisko
      • 🔗 Arquivo UFO
      • 🔗 GD | Tudo sobre o Google!
      • 🔗 Muito Curioso
      • 🔗 Novidad.es
    EuriskoEurisko
    Home»Inteligência Artificial»Data centers no espaço ganham força como resposta à crise energética da IA
    Inteligência Artificial

    Data centers no espaço ganham força como resposta à crise energética da IA

    Renê FragaBy Renê Fraga

    Principais destaques:

    • A explosão da inteligência artificial está pressionando a infraestrutura elétrica da Terra e empurrando gigantes da tecnologia para soluções fora do planeta.
    • Empresas aeroespaciais e de tecnologia estudam data centers orbitais, que usam o frio do espaço como sistema natural de resfriamento.
    • Google, Nvidia, Amazon, SpaceX e startups já testam ou planejam computação de IA diretamente em órbita.

    A corrida global por modelos de inteligência artificial cada vez maiores está criando um gargalo inesperado: energia.

    Com data centers consumindo volumes crescentes de eletricidade, o setor começa a olhar para o espaço não como ficção científica, mas como uma alternativa concreta. Em eventos recentes da indústria, a ideia de transferir parte da computação para a órbita ganhou um novo nível de seriedade.

    Durante o AIAA SciTech Forum, realizado em Orlando, executivos e engenheiros apresentaram projetos que prometem transformar o vácuo espacial em aliado da IA.

    A lógica é simples e poderosa: no espaço, o calor pode ser dissipado de forma passiva, sem os sistemas de refrigeração que hoje consomem grande parte da energia dos data centers terrestres.

    O gargalo energético da inteligência artificial

    Hoje, data centers já respondem por cerca de 1,5% de toda a eletricidade consumida no mundo.

    Esse número tende a crescer rapidamente com a expansão da IA generativa e de modelos cada vez mais complexos. Estimativas da Agência Internacional de Energia apontam que, até 2030, o consumo global desses centros pode se aproximar do gasto energético anual de países inteiros.

    Uma instalação hyperscale dedicada à IA pode consumir, sozinha, energia equivalente à de dezenas de milhares de residências. Esse cenário pressiona redes elétricas, governos e empresas, abrindo espaço para ideias antes consideradas inviáveis, como mover parte da infraestrutura para a órbita terrestre.

    Como funcionam os data centers orbitais

    A proposta defendida por startups como a Sophia Space aposta em módulos de computação que operam diretamente no espaço.

    Sem atmosfera, o calor gerado pelos chips é irradiado naturalmente, reduzindo drasticamente a necessidade de energia para resfriamento. Na Terra, resfriar servidores é um dos maiores custos operacionais de um data center.

    Nesse contexto, empresas tradicionais de tecnologia começam a testar conceitos. O Google anunciou o Projeto Suncatcher, em parceria com a Planet, para avaliar se seus chips TPU conseguem operar de forma estável no ambiente hostil do espaço. A ideia é aproveitar a abundância de energia solar e reduzir a dependência de redes elétricas terrestres.

    Gigantes da tecnologia entram na corrida espacial

    A movimentação não se limita ao Google. A startup Starcloud, apoiada pela Nvidia, já lançou um satélite equipado com uma GPU de última geração e treinou, em órbita, um modelo de IA pela primeira vez.

    O plano de longo prazo inclui um data center orbital com capacidade de gigawatts, algo comparável às maiores instalações terrestres.

    Executivos de peso também endossam a visão. Jeff Bezos, fundador da Amazon, afirmou que data centers de escala gigawatt no espaço devem se tornar realidade nas próximas décadas.

    Já Elon Musk indicou que a SpaceX pretende adaptar a constelação Starlink para computação orbital. A Blue Origin, segundo relatos, mantém uma equipe dedicada ao tema há mais de um ano.

    Apesar do entusiasmo, os desafios são significativos. Detritos espaciais, radiação, custos de lançamento e ausência de regulações claras ainda limitam a velocidade dessa transição.

    Mesmo assim, o consenso entre especialistas é que a crise energética da IA pode acelerar decisões que, até pouco tempo atrás, pareciam distantes demais.

    Renê Fraga
    • Website
    • Facebook
    • X (Twitter)
    • Instagram
    • LinkedIn

    Renê Fraga é fundador e editor-chefe do Eurisko, ecossistema editorial independente dedicado à inteligência artificial, código aberto, tecnologia e cultura digital. Atuando com projetos online desde 1996, escreve há mais de 20 anos sobre tecnologia e inovação, acompanhando a evolução da internet e o impacto das novas tecnologias na forma como vivemos, trabalhamos e pensamos.

    Related Posts

    Cansados da inteligência artificial, jovens adotam um estilo de vida analógico em 2026

    18/01/2026

    Bilhões investidos, pouco retorno: por que a IA ainda não entregou ganhos reais de produtividade

    18/01/2026
    a person holding a cellphone with logo on the screen

    WhatsApp recua no Brasil e mantém uso de chatbots de IA por empresas

    15/01/2026

    IA aumenta produtividade e reforça trabalho humano, aponta novo estudo da Anthropic

    15/01/2026

    Treinar IA para tarefas específicas pode gerar comportamentos perigosos, alerta novo estudo

    15/01/2026

    IA consegue prever diabetes até 12 anos antes analisando padrões de glicose

    15/01/2026

    Deixe seu comentário!Cancelar resposta

    Data centers no espaço ganham força como resposta à crise energética da IA

    18/01/2026

    Cansados da inteligência artificial, jovens adotam um estilo de vida analógico em 2026

    18/01/2026

    Bilhões investidos, pouco retorno: por que a IA ainda não entregou ganhos reais de produtividade

    18/01/2026
    a person holding a cellphone with logo on the screen

    WhatsApp recua no Brasil e mantém uso de chatbots de IA por empresas

    15/01/2026
    Eurisko
    X (Twitter) Bluesky RSS Telegram
    • Sobre o Eurisko
    • Ecossistema
    • Política Editorial
    • Privacidade
    • Contato
    © 2024 - 2026 Eurisko.
    FragaNet Media. All rights reserved.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.