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    Home»Código Aberto»China lidera downloads de IA aberta, mas especialistas alertam que vantagem dos EUA pode crescer
    Código Aberto

    China lidera downloads de IA aberta, mas especialistas alertam que vantagem dos EUA pode crescer

    Renê FragaBy Renê Fraga

    Principais destaques:

    • Modelos chineses de IA aberta, liderados pelo Qwen, ultrapassaram rivais americanos em número de downloads globais.
    • O baixo custo e licenças permissivas impulsionaram a adoção internacional, inclusive por grandes empresas.
    • Apesar do sucesso comercial, líderes chineses reconhecem que os EUA ainda dominam os avanços mais fundamentais.

    A China alcançou um feito simbólico e relevante no cenário global de inteligência artificial.

    Desenvolvedores do país assumiram a liderança mundial em downloads de modelos de IA de código aberto, com a família Qwen, da Alibaba, superando o Llama, da Meta, como o modelo de linguagem mais baixado do planeta. A constatação veio de uma análise recente conduzida pela Universidade de Stanford.

    No entanto, enquanto esse marco é celebrado, executivos e pesquisadores chineses fazem um alerta menos otimista. Segundo eles, a distância tecnológica fundamental entre China e Estados Unidos pode não estar diminuindo e, em alguns aspectos, estaria aumentando.

    A força da China no ecossistema aberto

    Dados do Stanford Institute for Human-Centered Artificial Intelligence mostram que ao menos uma dúzia de instituições chinesas já desenvolvem modelos considerados de ponta.

    Entre agosto de 2024 e agosto de 2025, desenvolvedores chineses responderam por 17,1% de todos os downloads de modelos no Hugging Face, superando levemente os 15,8% dos Estados Unidos.

    Até setembro de 2025, 63% dos novos modelos ajustados no mundo foram baseados em fundações criadas na China.

    O crescimento do Qwen impressiona. No início de 2026, a série já acumulava mais de 700 milhões de downloads, consolidando-se como referência global em IA aberta.

    Eficiência e custo como diferencial competitivo

    O principal motor dessa adoção acelerada é econômico. Modelos chineses se destacam por serem significativamente mais baratos, rápidos e distribuídos sob licenças mais flexíveis.

    O CEO da Airbnb, Brian Chesky, afirmou publicamente que a empresa utiliza intensamente o Qwen em produção, descrevendo o modelo como eficiente e acessível, enquanto recorre aos sistemas mais recentes da OpenAI de forma mais limitada.

    Relatos do mercado indicam economias anuais de centenas de milhares de dólares após a migração para modelos chineses. Países como Singapura basearam seus programas nacionais de IA no Qwen, enquanto empresas chinesas expandem soluções como o DeepSeek em mercados emergentes, incluindo a África.

    Parte dessa eficiência nasceu da necessidade. Desde 2022, controles de exportação dos EUA restringem o acesso da China a chips avançados de IA.

    Como resposta, desenvolvedores chineses investiram em técnicas que reduzem o uso computacional, como arquiteturas de mistura de especialistas. Em várias tarefas, esses modelos já se equiparam a sistemas fechados americanos, consumindo menos recursos.

    O alerta sobre a fronteira tecnológica

    Apesar do sucesso comercial, o tom entre líderes chineses é cauteloso. Durante uma semana marcada por IPOs bem-sucedidos de startups como MiniMax e Zhipu AI em Hong Kong, executivos reconheceram limites claros.

    Justin Lin, líder técnico do Qwen, estimou em menos de 20% a chance de uma empresa chinesa superar gigantes como OpenAI ou Anthropic em avanços fundamentais nos próximos cinco anos.

    Análises independentes apontam que modelos chineses ainda operam, em média, com um atraso de cerca de sete meses em relação à fronteira tecnológica dos EUA.

    Desde 2023, todos os modelos considerados no topo absoluto de desempenho vieram de empresas americanas, e nenhum sistema chinês conseguiu igualar o modelo o3 da OpenAI, lançado em 2025.

    A limitação mais crítica segue sendo o acesso a equipamentos avançados de fabricação de chips, especialmente máquinas de litografia ultravioleta extrema. Especialistas estimam que a China só poderá produzir chips plenamente competitivos nessa área por volta de 2030.

    Questões de segurança também pesam. Estudos do governo dos EUA indicam que modelos como o DeepSeek apresentam maior vulnerabilidade a ataques de jailbreaking, o que levou alguns governos a banirem seu uso em dispositivos oficiais.

    Ainda assim, a pressão competitiva já provocou efeitos globais: após o avanço chinês, os Estados Unidos passaram a tratar modelos abertos como ativos estratégicos, e a própria OpenAI voltou a lançar modelos de pesos abertos depois de anos de resistência.

    Renê Fraga
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    Renê Fraga é fundador e editor-chefe do Eurisko, ecossistema editorial independente dedicado à inteligência artificial, código aberto, tecnologia e cultura digital. Atuando com projetos online desde 1996, escreve há mais de 20 anos sobre tecnologia e inovação, acompanhando a evolução da internet e o impacto das novas tecnologias na forma como vivemos, trabalhamos e pensamos.

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